Painel · Ritmo · Distribuição · Diário de Escrita · Marcos · Sobre
A Jornada em Números
Palavras escritas
257.590
em 2 obra(s) concluída(s) ao longo da carreira
Palavras publicadas
237.258
palavras que já chegaram ao público em obras publicadas
Este ano
10.054
Este mês
10.054
Esta semana
5.330
Dias de escrita
4
O acervo registra a estrada já percorrida; o Diário acompanha o ritmo da escrita que continua.
Ritmo de Escrita
Produção recente ao longo do tempo, a partir dos registros escolhidos para compor a Jornada.
| Período | Palavras | Dias | Sessões |
| Outubro de 2026 | 10.054 | 4 | 5 |
Por onde passam as palavras…
As palavras da trajetória, vistas pelas assinaturas, pelos formatos das obras e pelos gêneros que as atravessam.
| Formato | Obras | Palavras |
| Romance | 1 | 237.258 |
| Noveleta | 1 | 20.332 |
| Total | 2 | 257.590 |
| Gênero | Obras | Palavras em obras do gênero |
| Fantástico-Filosófico | 1 | 237.258 |
| Autoficção; Romance; Drama | 1 | 20.332 |
Uma mesma obra pode atravessar mais de um gênero.
Diário de Escrita
Alguns registros recentes do caminho da escrita.
05/10/2026 · Algos β
Raquel Souza · Fantástico-Filosófico · 5.330 palavras
03/10/2026 · Algos β
Raquel Souza · Fantástico-Filosófico · 1.022 palavras
02/10/2026 · Algos β
Raquel Souza · Fantástico-Filosófico · 983 palavras
01/10/2026 · Algos β
Raquel Souza · Fantástico-Filosófico · 515 palavras
01/10/2026 · Algos β
Raquel Souza · Fantástico-Filosófico · 2.204 palavras
Marcos da Jornada
- Primeira obra longa concluída: Algos α, 2021
- Primeira publicação digital: Algos α, 2021
- Primeiro contrato internacional: Juras de Cam, 2021
- Primeiro conto impresso em antologia: Circo de Sangue: Sob as Sombras da Mina, 2022
- Primeira obra impressa [noveleta]: Sempre Sua, 2026
- Primeira obra longa impressa: veremos…
- A minha obra com mais palavras: Juras de Cam
- Produção mensal média: 90.000 palavras
Por que contar as palavras escritas?
Cada palavra que escrevo representa um pedaço de mim.
Entre histórias, grandes ou pequenas, e personagens, mais ou menos intensos, eu já preenchi mais de dois milhão de palavras — e sigo escrevendo todos os dias, às vezes por todo o dia.
Essa página é uma forma de olhar para trás e reconhecer a estrada que eu venho percorrendo com coragem, disciplina e com todo o meu amor pela escrita.
Não é só um número: são madrugadas em claro, capítulos inteiros apagados e reescritos, momentos de inspiração súbita e silêncios carregados de dor. São momentos de lágrimas, de sorrisos, de excitação e gozo, de emoção, que um dia simplesmente desaparecerão comigo.
Quando eu decidi iniciar a carreira literária, eu não sabia se seria capaz de me comprometer porque eu nunca consegui me comprometer em nada por tempo demais. Eu não sabia se seria capaz de bater metas, de cumprir prazos. E olhar o meu número de palavras escritas têm duas funções importantes na minha vida:
- Quando eu desanimar, eu vou olhar esse número como cada passo que dei, passos que eu não terei tempo hábil de vida para retroceder… então, eles vão me lembrar que eu preciso continuar!
- Quando eu me julgar demais, eu vou me lembrar que a literatura me virou do avesso e ensinou uma Raquel inconsequente, quase anárquica, a ter disciplina e entender a vida como é, a amar o que eu faço, suportar o quanto é difícil fazer o que eu faço. E, em nome dessa Raquel que fui, a Raquel que sou precisa continuar se aprimorando para as palavras escritas terem um grande percentual de palavras escritas com qualidade (porque amor não vai faltar, rs).
“Escrever me salvou.
E essas palavras, cada uma delas, me reconstroem mais um pouco todo dia”,
Raquel Souza.